PESQUISE EM DESENTUPIDORA EM BH

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

terça-feira, 12 de abril de 2016

Em 2018, você vai poder viajar em um trem invisível

Mas para isso será preciso viajar até o Japão. Um trem coberto de painéis refletores promete se esconder por entre as paisagens de Tóquio e seus arredores

Trem invisível japonês

O primeiro trem invisível deve fazer sua primeira viagem no Japão em até dois anos. Kazuyo Sejima, arquiteta vencedora do Pritzer, considerado o Nobel da arquitetura, promete criar um design que se adapta tão bem à paisagem ao redor que será difícil perceber que ele está lá.
Como? Bem, o trem será todo coberto por painéis superrefletores de luz e microespelhos. Assim, refletirá toda a paisagem externa, misturando-se a ela, como se fosse um camaleão. Será bem difícil perceber que ele está passando por ali.
Embora a ideia seja inovadora, não exige tanto tempo assim para virar realidade. Isso porque nenhum trem será construído do zero. A equipe de arquitetos japonesa reaproveitará os trens já existentes da linha expressa Red Arrow, da empresa Seibu Railway, que liga Tóquio a cidades próximas. 
Só que passarão por algumas reformas. A começar pelo formato: o design deles sera mais arredondado, como uma bala de revólver. E toda a parte externa será revestida pelos tais painéis, que os transformarão em espelhos gigantes. 


Montanhas de Chichibu e centro de Tóquio*_* e Moyan_Brenn | VisualHunt
Trem invisível vai viajar 178 km das Montanhas de Chichibu até o Centro de Tóquio
A parte interna também vai mudar. A ideia é que as cabines se pareçam com a sala da sua casa, com sofás e mesas bem mais confortáveis do que os ambientes de trens tradicionais.
A rota será a mesma por onde já passam os trens da linha Red Arrow: das montanhas de Chichibu até o supercolorido e iluminado centro de Tóquio. Só que, ao invés de manchar a paisagem, vão se mesclar a ela.
O novo design é parte da comemoração dos 100 anos da Seibu Railway. Logo nas primeiras viagens, em 2018, o veículo vai percorrer mais de 178 km ao redor do Japão.

segunda-feira, 11 de abril de 2016

No futuro, talvez você receba o órgão de um porco

Babuínos sobreviveram quase 3 anos com corações de porcos - e esse pode ser o primeiro passo para os transplantes entre espécies diferentes




Parece coisa de ficção científica - e daquelas bem malucas -, mas é possível que órgãos de porco substituam partes humanas em transplantes. Cientistas do Instituto Nacional de Saúde de Bethesda, nos EUA, conseguiram manter corações suínos funcionando dentro de babuínos por mais de 500 dias, sem rejeição - um tempo recorde para este tipo de experiência.
No estudo, foram analisados cinco primatas: cada um deles teve um coração de porco ligado às próprias veias. Não foi um transplante propriamente dito, porque os órgãos dos babuínos foram mantidos em funcionamento junto com os novos. Mas a ideia da pesquisa era justamente observar e evitar os mecanismos de rejeição, um dos maiores empecilhos desses procedimentos.

LEIA: Transplantes mais seguros

Para barrar essa resposta imunológica, os cientistas modificaram geneticamente os órgãos suínos antes de implantá-los, para apagar os genes de porco que poderiam causar problemas. Os babuínos também receberam, durante todo o experimento, doses de imunossupressores - drogas que servem para impedir a rejeição em transplantes. Os órgãos de porco funcionaram por cerca de 10 meses e só começaram a falhar quando os cientistas diminuiram os imunossupressores. Mas tudo correu tão bem que um dos primatas continuou com os dois corações batendo por mais de 500 dias.
O experimento foi um primeiro passo na direção dos transplantes interespécies - chamados de xenotransplantes -, e o principal objetivo dos cientistas era checar a possibilidade de órgãos de animais serem transplantados em seres humanos. É por isso que esses dois bichos foram escolhidos para o estudo: eles são parecidos conosco. Babuínos têm uma organização corporal que lembra muito a nossa, e porcos possuem vários traços genéticos em comum com a gente - a pele sem pelos, o nariz protuberante, o "branco do olho" e os cílios, por exemplo.
Mas se a ideia é que esses xenotransplantes sejam possíveis em humanos, os médicos vão precisar solucionar alguns problemas. Primeiro, a pessoa que recebesse o órgão animal teria que tomar imunosupressores pelo resto da vida e a dose necessária para manter tudo nos conformes ainda não foi definida. Segundo, não se sabe se o coração de porco sozinho seria forte o suficiente para manter uma pessoa viva - já que, no estudo, os babuínos contavam também com o próprio coração para bombear o sangue.
Os cientistas vão continuar estudando para resolver essas questões. O próximo passo é tentar um transplante completo de um coração suíno para um babuíno, tirando o órgão do primata e subistituindo-o pelo novo. Além disso, os médicos precisam testar os níveis necessários da droga para manter o sistema imunológico tranquilo e favorável - permitindo que coração de porco funcione sozinho.
fonte:http://super.abril.com.br/ciencia/

quarta-feira, 6 de abril de 2016

IDEIAS ALIMENTAÇÃO ÍNDIA IDEIAS Restaurante deixa geladeira com comida grátis para moradores de rua

Os alimentos - sobras dos pratos dos clientes e de outras pessoas - ficam disponíveis 24h por dia, de segunda a segunda, em frente ao estabelecimento.


Restaurante deixa geladeira com comida grátis para moradores de rua

Os alimentos - sobras dos pratos dos clientes e de outras pessoas - ficam disponíveis 24h por dia, de segunda a segunda, em frente ao estabelecimento.

restaurante pappadavaDivulgação
restaurante Pappadavada, em Kochi, Índia, aperfeiçoou a arte de compartilhar comida com quem precisa. Minu Pauline, dona do estabelecimento, colocou uma geladeira na calçada para que ela, seus clientes, funcionários e quem mais quiser possa colocar as sobras de suas refeições. Qualquer pessoa pode retirar a comida de lá, sem nenhum registro ou pagamento: é só abrir, escolher e levar.
A ideia de Pauline surgiu em uma noite enquanto fechava o restaurante. Como de costume, havia acabado de jogar fora uma montanha de sobras de comida - do próprio restaurante e de seus clientes. Foi quando uma moradora de rua apareceu e começou a mexer nas latas de lixo em busca de comida. A mulher contou que fora acordada por uma fome intensa. Chocada com a cena e com quantidade de desperdício do próprio restaurante, Pauline começou a pensar em formas de disponibilizar comida fácil para quem precisa, sem a necessidade de vasculhar o lixo.
Instalada no dia 23 de março, bem em frente ao restaurante, sob a sombra de uma grande árvore, a geladeira ganhou um nome: "Nanma maram", que significa "Árvore da bondade". E o esquema de doação de sobras tem funcionado bem: por dia, de 70 a 100 porções são depositadas na geladeira - e todas são levadas em menos de dois dias. Até agora, não se passou um dia sem que alguém passasse para pegar - ou deixar - comida. 
A única exigência é feita para os doadores: é necessário escrever a data da doação no pacote, para evitar que os moradores de rua consumam alimentos muito velhos. Além disso, como a ideia é que a geladeira seja um instrumento de doação de sobras, Pauline também pede que as pessoas não comprem comida nova, apenas deixem lá as sobras de seus pratos. 
A mensagem que Pauline quer passar vai muito além da generosidade de dar comida a quem tem fome. A dona do Pappadavada também quer chamar a atenção para o desperdício e para as soluções simples que acabam sendo ignoradas porque temos pressa, e porque simplesmente não pensamos nelas. Segundo Pauline, o dinheiro é nosso, mas os recursos pertencem à sociedade e devem voltar para ela.
Confira abaixo como ficou o dia a dia do restaurante:


fonte:http://super.abril.com.br/ideias

quinta-feira, 31 de março de 2016

Companhia aérea abastece aviões com lixo



United Airlines começa a usar biocombustível em voos nos EUA


 

O biocombustível começou a ser usado no voo UA708, que vai de Los Angeles a São Francisco e dura pouco mais de uma hora. Ele é fornecido à United por duas empresas (AltAirFuels e Fulcrum Bioenergy), que criaram processos para transformar lixo orgânico em combustível. A AltAirFuels usa gordura e óleo como matérias-primas, mas a Fulcrum é mais flexível: seu combustível é feito de lixo comum, que iria ser jogado em aterros sanitários.  
Os Airbus A319 da United começarão a ser alimentados com 70% de querosene de aviação e 30% de biocombustível. Para a empresa, a vantagem é a economia - pois o combustível feito de lixo custa menos. Também há uma vantagem ambiental, pois o processo resolve o problema do que fazer com uma parte do lixo, reduzindo a pressão sobre os aterros já superlotados (os EUA produzem 250 milhões de toneladas de lixo por ano), e também porque a queima do biocombustível gera menos CO2. A United diz que pretende usar 360 milhões de litros de biocombustível por ano, alimentando todos os seus aviões que reabastecem em Los Angeles.

fonte: http://super.abril.com.br/tecnologia

quarta-feira, 30 de março de 2016

CIÊNCIA AVANÇOS DA MEDICINA Vermes geneticamente modificados podem curar feridas graves

Larvas de moscas são usadas no tratamento de necroses, comendo o tecido morto

Larvas varejeiraIstock
Um grupo de cientistas da americanos e neozelandeses acaba de publicar um estudo no qual genes humanos foram introduzidos em moscas varejeiras, para que suas larvas produzam o fator de crescimento PDGF-BB, que incentiva a recuperação da pele humana.
Varejeiras, para quem não teve o desprazer de ser apresentado, são aqueles bichinhos metálicos, verdes ou azuis, incrivelmente insistentes em ocupar ambientes de convívio humano. E, se elas conseguem o que querem - botar ovos em partes vulneráveis do nosso corpo -, o resultado pode ser desastroso: as larvas crescem e se alimentam da pessoa. O nome disso é miíase e pode até matar.
O que cargas d?água querem os cientistas com esses monstrinhos? Nem todas as varejeiras são criadas iguais. As larvas de algumas delas, como varejeira verde americana (Lucilia sericata), usada no estudo, se restringem exclusivamente ao tecido morto. A Lucilia geralmente ataca cadáveres, mas quando ela bota ovos em (cuidado: imagens seriamente nojentas) feridas necrosadas em pessoas vivas, suas larvas se limitam a comer o que já está estragado, poupando os médicos de complicadas cirurgias.
Melhor ainda, elas emitem compostos bactericidas, que evitam que a necrose se alastre. Essa é a terapia larval, que consiste em aplicar ovos de moscas criadas em condições estéreis em vários tipos de necrose, como escaras cirúrgicas ou gangrena causada por diabetes, que é o foco do estudo. A ferida então é fechada com gaze e os bichos se alimentam do tecido morto, até se tornarem pupas (crisálidas de mosca) e serem removidas ? evitando que moscas saiam voando do paciente. Parece tétrico, mas não é novidade: desde a Antiguidade, da experiência de guerras, já se sabia que as moscas certas eram capazes de curar necrose.
O propósito do estudo foi melhorar ainda mais a terapia larval, criando supermoscas capazes de não só comer o lixo, como incentivar o tecido vivo em volta a se recuperar. Uma das duas técnicas testadas foi capaz de criar larvas que emitem o PDGF-BB. Os testes ainda não chegaram a humanos, mas são promissores. ?A vasta maioria das pessoas com diabetes vivem em países com renda média ou baixa, sem opções caras de tratamento?, afirma o entomologista Max Scott, da Universidade da Carolina do Norte. ?Vemos isto como o um estudo primordial para o desenvolvimento futuro de moscas L. sericata geneticamente modificadas, para produzir uma variedade de fatores de crescimento e peptídeos antimicrobianos?, continua. ?A longo prazo, o propósito é desenvolver formas baratas de tratar ferimentos que podem salvar pessoas de amputações e outros efeitos negativos.?
fonte:http://super.abril.com.br/ciencia

terça-feira, 29 de março de 2016

Supermercado colhe verduras plantadas na própria loja

Verduras e temperos são cultivados dentro do supermercado - nas próprias prateleiras



Verduras e temperos são cultivados dentro do supermercado - nas próprias prateleiras

Plantação no supermercado alemão Metro
Reprodução
Consumidores preocupados com sustentabilidade e consumo consciente preferem alimentos orgânicos, compram de pequenos produtores, escolhem produtos com embalagens menos nocivas ao meio ambiente e torcem o nariz para aqueles que precisaram viajar por horas para chegar às prateleiras. Pensando nisso, um supermercado de Berlim decidiu reduzir a distância entre os clientes e as plantações: e cultivar verduras dentro da própria loja.
O mercado Metro instalou caixas modulares nas prateleiras onde planta verduras, rabanetes e ervas. No micro jardim do supermercado, todo o ambiente é controlado por computador: umidade, temperatura, nutrientes e exposição à luz. Sem terra e com técnicas de hidroponia, as plantas crescem mais rápido, mais fortes e com economia de fertilizantes e água.
E a safra farta impressiona. De acordo com um de seus criadores, Erez Galonska, em uma bandeja de um metro quadrado é possível produzir de quatro a seis plantas por dia durante um ano - a colheita equivale ao dobro do esperado para uma estufa tradicional.
A empresa de design responsável pelo projeto, batizado de Infarm, afirma que, pelo bom aproveitamento de espaço, o método pode baratear a agricultura vertical.
Na maioria das estufas tradicionais, cada estágio de crescimento da planta acontece em um local diferente, e isso exige escala para que a plantação seja econômica e eficiente. No Infarm, todas as etapas acontecem no mesmo lugar.
"Se você olhar para o nosso sistema, vai ver um mar verde. Não há perda de espaço nem desperdício de energia", afirma o cofundador do Infarm, Guy Galonska.
Os criadores da horta futurista acreditam que o cultivo indoor de alimentos é a chave para diminuir a quantidade de dióxido de carbono na Terra. Eles se apoiam em um estudo da Universidade de Columbia que defende que se todas as cidades do mundo produzissem 10% de seus alimentos em locais fechados, seria possível ?devolver? 880 mil km² de área às florestas (aproximadamente 16% do tamanho da amazônia) e, com isso, reduzir o dióxido de carbono da atmosfera ao nível que era em 1980.


Vantagens da alface de prateleira
As verduras nascidas no interior do mercado foram cultivadas com menos água, não têm pesticidas ou fertilizantes, não passaram por nenhum processo de transporte, armazenamento, refrigeração, nem estão embaladas em sacos plásticos.
Além dessas vantagens ambientais, os produtos são um prato cheio para os chefs que procuram alimentos frescos. E é por isso que o projeto piloto do Infarm está no atacado do Metro, onde os chefs de cozinha da região fazem compras para seus restaurantes.
A empresa também desenvolveu um aplicativo para que os chefs encomendem temperos e ervas especiais que não conseguem encontrar facilmente. A iniciativa serve para que os profissionais acompanhem o crescimento das plantas, tenham novas ideias de pratos e se familiarizem à agricultura vertical.
O futuro do varejo
O projeto piloto do Infarm funciona no Metro há seis meses com ervas e verduras, mas os planos são de adaptar para outros tipos de vegetais. A próxima unidade, por exemplo, será de pimentas e tomates.
"Nós vemos como essa tecnologia é capaz de fornecer muitas outras coisas, como arroz, soja e certos tipos de frutas. Se a agricultura vertical vai substituir a tradicional? Acho que vai levar algum tempo. Mas em Marte, por exemplo, será apenas vertical" afirma Galonska.
A empresa quer provar que não há limites para o cultivo vertical e que, ao contrário do que se prega em relação a esse tipo de agricultura, é possível cultivar diversas culturas mesmo estando na cidade.
A Infarm pretende adaptar as caixas em diferentes tamanhos para instalar o sistema também no varejo. Há, inclusive, a intenção de começar um modelo business-to-business em que restaurantes, cafés e mercearias cultivem seus próprios produtos. E, no melhor dos cenários, vender essa tecnologia para que as pessoas possam plantar na cozinha de casa. Seria ótimo abrir a gaveta e ter uma horta como a do cozinheiro Nicolas, do filme A espuma dos dias, não é mesmo? 
FONTE: http://super.abril.com.br/tecnologia

segunda-feira, 28 de março de 2016

TECNOLOGIA CARNE VERMELHA FRANÇA Franceses vendem carne em máquina de refrigerante

Se você estiver passeando por Paris e quiser comer um bife, basta colocar umas moedas e sairá com um pedaço de carne

carne vermelha na bandejaVocê sai tarde do trabalho e as lojas no caminho de casa estão fechadas. Então, para diante de uma máquina, insere algumas moedas e sai com um café, um refrigerante, um chocolate ou um pacote de salgadinho. Se quiser cozinhar um pedaço de carne tem que esperar os mercados abrirem no dia seguinte.
Pensando nisso, os donos de um açougue em Paris expandiram seus negócios para uma máquina que vende carne 24 horas por dia durante os sete dias da semana. A máquina funciona como as que vendem bebidas, doces e guloseimas, mas oferece carne embalada à vácuo cozida ou crua. O cardápio da máquina do açougue de especialidades bascas L?Ami Txulette é refinado, é possível comprar desde carne moída e filé até carpaccio, presunto cru e patê de pato.
Localizada no sudeste de Paris e cercada por açougues, a máquina, vermelha e branca em referência ao País Basco, aceita cartão de crédito e dinheiro e é uma alternativa para os clientes carnívoros, já que a maioria das lojas fecha depois das 8 horas da noite e aos domingos.
Mas a brincadeira de carne 24 por 7 não é barata pra ninguém: os produtos saem 20 centavos de euro mais caros que se forem comprados diretamente no L?Ami Txulette e a máquina custou 40 mil euros aos proprietários.
Para os donos, Florence e Michel, ela não concorre com as vendinhas da região nem briga com o estilo ?art de vivre? dos franceses ? é uma forma de aproveitar as formas modernas de distribuição para consumir produtos artesanais. O casal também acredita na força da clientela jovem, principalmente aqueles que saem famintos dos bares próximos.
Essa é a primeira distribuidora automática de carne da cidade, mas já existem quatro máquinas similares na França. A primeira deles foi aberta em 2014 em Mennetou-sur-Cher, uma cidade medieval no sudoeste do país, para vender andouillette - uma linguiça típica da região feita com intestino de porco.
Apesar das geladeiras monetizadas de carne gerarem estranhamento, frutas, legumes e baguettes também são vendidas assim em todo o país. No ano passado, uma queijaria começou a vender queijos usando o mesmo sistema.
É claro que comprar pão, carne e queijo apenas apertando botõezinhos divide opiniões: alguns aplaudem pela praticidade, outros criticam as formas de conservação e a automatização da venda. Mas, se levarmos em consideração que a culinária francesa é reconhecida internacionalmente e que a gastronomia faz parte do patrimônio cultural do país, as máquinas de carne são o começo de uma pequena revolução.
fonte:http://super.abril.com.br/tecnologia/franceses-vendem-carne-em-maquina-de-refrigerante

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Vão começar os testes para o primeiro carro voador

fonte: http://super.abril.com.br/tecnologia/vao-comecar-os-testes-para-o-primeiro-carro-voador

Vão começar os testes para o primeiro carro voador

A empresa Terrafugis recebeu o aval da agência de aviação americana para começar a testar protótipos.
fonte:http://super.abril.com.br/tecnologia/vao-comecar-os-testes-para-o-primeiro-carro-voadorPOR Felipe Germano )
Estamos cada dia mais perto de vivermos a vida de um Jetson, e isso não tem nada a ver com cachorros falantes ou esteiras do lado de fora de prédios - pelo menos por enquanto. A ideia que está por vir é muito mais prática: a empresa americana Terrafugia anunciou que irá iniciar seus testes para o primeiro carro voador do mundo sair do papel.



Carro Voador

O que limitava o início das tentativas era uma autorização que acabou de chegar. A FAA (sigla em inglês para a agência que regula o espaço aéreo americano), liberou o céu de todo território do país para experimentações com o carro que voa. Para usufruir da licença, a empresa deve sempre informar as autoridades quando os testes serão feitos, evitando quaisquer tipo de acidentes.
Por enquanto, os testes serão feitos com um protótipo não tripulado e 10 vezes menor do que o carro de fato deve ter. Mas não ache que é só mais um drone correndo pelos céus, o modelo é planejado para voar a mais de 120 metros de altura, atingindo até 160 km/h. A versão final do carro deve ser ainda mais rápida. O dobro de velocidade. De acordo com o vídeo de divulgação, o produto deve ultrapassar os 320 km/h, podendo cobrir, por voo, uma área de 500 km de extensão.



TF-X

O modelo, chamado TF-X, é pensado para quatro pessoas, e deve caber em uma garagem comum. A ideia é que ele também seja ecologicamente viável, e usaria baterias no lugar de combustível fóssil.
A empresa já adianta que é melhor segurar a ansiedade. Você não vai poder ir voando para a Olimpíada do Rio, mas talvez tenha uma chance para os jogos olímpicos de Tóquio, em 2020. O carro só deve chegar às lojas daqui a 8 ou 12 anos com um preço "correspondente ao de carros de luxo". A autorização não deve acelerar esse processo mas aumenta as chances de acerto. "Por conta das configurações não convencionais do TF-X, é vital alcançar o equilíbrio com modelos menores, antes de fazer um protótipo com escala real", afirma ocomunicado oficial.
O vídeo com a simulação da empresa, você confere abaixo:


 

Desentupidora em Contagem